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Sepultamento de bebê encontrado em lixeira em Ponta Porã é marcado por emoção e pedidos de justiça

Corpo permaneceu mais de um mês no IML e foi liberado para enterro após autorização judicial; investigação segue em andamento

31/05/2026 10h46
Por: Redação Fonte: Antonio Coca
Sepultamento de bebê encontrado em lixeira em Ponta Porã é marcado por emoção e pedidos de justiça

O sepultamento do bebê encontrado morto dentro de uma lixeira em Ponta Porã foi realizado na tarde desta sexta-feira (29), no Cemitério São Vicente de Paula, em uma cerimônia marcada pela comoção e por pedidos de justiça de familiares e amigos.

O caso, que causou forte repercussão na cidade e em toda a região de fronteira, teve mais um capítulo após a liberação do corpo, que permaneceu por mais de um mês no Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Porã. A retirada só foi possível após autorização judicial e a conclusão dos procedimentos necessários para a emissão da documentação.

Durante o cortejo, o pequeno caixão foi conduzido pelo pai da criança e pelo namorado da adolescente apontada como mãe do bebê. Familiares acompanharam o enterro em clima de profunda tristeza, diante de uma tragédia que continua gerando indignação e questionamentos na comunidade.

Uma parente do pai da criança relatou que a cerimônia foi simples e rápida, mas carregada de emoção. Segundo ela, a principal expectativa da família agora é que as investigações avancem e que todos os responsáveis pelo caso sejam identificados e responsabilizados conforme a lei.

“Queremos justiça”, afirmou a familiar, resumindo o sentimento compartilhado pelos presentes durante o sepultamento.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Ponta Porã, que trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte do recém-nascido e eventuais responsabilidades criminais. Até o momento, detalhes sobre o andamento das apurações não foram divulgados oficialmente.

A morte do bebê continua mobilizando a atenção da população, que aguarda respostas sobre um dos casos mais impactantes registrados recentemente na fronteira.

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