(por Fábio Dorta ) Sou radialista e jornalista. Por formação acadêmica (tardia, mas necessária), por convicção e, claro, por vocação. Praticamente nasci dentro de uma emissora de rádio. Ainda criança (porque pequeno sempre serei kkkk) acompanhava meu saudoso pai que, por décadas foi diretor da Rádio Clube de Dourados (volta, Rádio Clube) e também com passagens por outras emissoras.
Com 14 anos ganhei minha primeira chance como sonoplasta, plantão esportivo e depois repórter na Clube. Daí pra frente Rádio Caiuás, Diário MS, Jornal O Panorama, Diário da Serra, Correio do Estado, Grande FM e 35 anos consecutivos na televisão. Agora tento me reinventar aos quase 59 anos com o Portal CANAL DAQUI, desenvolvido em parceria com meu irmão e compadre Antônio Coca.
Já fui repórter, editor, diretor de televisão, chefe de sucursal. Mas comecei bem debaixo: no rádio puxando fio para repórteres no sol escaldante dos estádios, na TV como auxiliar de cinegrafista (carregando malas pesadas). Fui forjado na luta e isso ajudou muito a me fortalecer e aguentar os perrengues (e os meus familiares e amigos sabem muito bem do que estou falando).
Também nasci no meio da efervescência política. Minha mãe, também saudosa, foi secretária municipal de Promoção Social e Educação, diretora-executiva da SEMA (Secretaria de Estado de Meio Ambiente), diretora da Câmara Municipal, coordenou várias campanhas. Enfim, minha casa sempre foi cheia de políticos e de politicagem.
Essa raiz e a própria profissão me levaram à direção de imprensa do legislativo douradense e também fui assessor de comunicação em um dos mandatos do Marçal Filho na Câmara dos Deputados e outro trabalho mais longevo, de quase dez anos, assessorando Murilo Zauith como deputado federal e vice-governador.
Ganhei neste tempo todo muita experiência e muitas gastrites também. É uma profissão apaixonante, mas extremamente estressante. Ah, e ganhei também uma filha maluca que resolveu ser jornalista também. A dona Fabiane tem personalidade forte e muito mais competência. Como dizem é o aperfeiçoamento da espécie.
Quero usar este espaço para contar histórias, afinal como diz a minha querida amiga e professora de jornalismo Kárita Francisco, eu sou uma espécie de ‘Forrest Gump’ douradense. Pelo menos atrapalhei bastante as aulas dela. Nos próximos artigos prometo histórias engraçadas e curiosas de quem está há tantos anos na estrada.
Obrigado pela atenção.
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