Giancarlo: "Enfrentamos a desvalorização por parte do governo". (Foto: Victor Chileno/ALMS)
Giancarlo: “Enfrentamos a desvalorização por parte do governo”. (Foto: Victor Chileno/ALMS)

O ofício do policial civil foi debatido durante a sessão ordinária desta quinta-feira (29/9), dia em que se comemora o Dia da Polícia Civil em Mato Grosso do Sul. O presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis do Estado), Giancarlo Corrêa Miranda, usou a tribuna para ressaltar a necessidade de valorização dos profissionais encarregados de combater a violência e promover a justiça.

Segundo o sindicalista, são aproximadamente dois mil policiais civis lotados no Estado. Para ele, o momento é de reflexão diante das atuais condições de trabalho e da questão salarial. “Enfrentamos a desvalorização por parte do governo. O local de trabalho está deteriorado, com banheiros interditados e móveis quebrados, viaturas estragadas e armas deficientes”, relatou.

Giancarlo cobrou medidas para que os policiais também possam se sentir cuidados. “Em razão da nossa atividade, sofremos com estresse, doenças psicológicas e até suicídio. A vida não tem preço. O Poder Público precisa melhorar as condições daqueles que defendem com a vida toda a população”, concluiu.